Carnaval de Campos
  • INÍCIO
  • QUEM SOMOS
  • EDITORIAL
  • COLUNISTAS
    • ELIANE GENTILE
    • FEÚ LOBATO
    • HEVERTTON LUNA
    • JORGINHO IBRAHIM
    • LUCIANO CHAMBINHO
    • MATHEUS BERRIEL
    • NELCIMAR PIRES
    • RAFAEL GAMA
  • NOTÍCIAS
  • AGREMIAÇÕES
    • CAMPOS
      • BOIS DE SAMBA
      • BLOCOS DE SAMBA
      • ESCOLAS DE SAMBA
    • RIO DE JANEIRO
      • ACADÊMICOS DO GRANDE RIO
      • ACADÊMICOS DO SALGUEIRO
      • BEIJA-FLOR
      • ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA
      • ESTÁCIO DE SÁ
      • MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL
      • PARAÍSO DO TUIUTI
      • PORTELA
      • SÃO CLEMENTE
      • UNIÃO DA ILHA DO GOVERNADOR
      • UNIDOS DA TIJUCA
      • UNIDOS DE VILA ISABEL
      • UNIDOS DO VIRADOURO
  • ENTREVISTAS
  • PREMIAÇÕES
  • ACAC
  • CONTATO
Autor

Marcelo Sampaio

Marcelo Sampaio

QUARTA COLUNA DO RAFAEL GAMA

por Marcelo Sampaio 12 de abril de 2024

EU E O TEMPO

 

Falar sobre o Tempo muita das vezes pode ser considerado angustiante, frente a sua velocidade a mil por hora que se perde na imensidão do espaço.

Talvez falar dos tempos, nos remete a retrospectiva de vidas passadas, velha infância querida, e o surgimento de cabelos brancos saudando a juventude há mais tempo.

O fato é que o Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de fazer.

Para alguns, o Tempo em si não existe, pois ninguém se quer um dia tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer.

O Tempo é um acelerar da vida na certeza de que precisamos fazer tudo ao mesmo Tempo, considerando que ele vai e não volta mais.

Eu e o Tempo mostra a urgência que se tem de caminhar pela vida, na expectativa de fazer tudo e mais um pouco, considerando a validade do Tempo e a sua pressa de não esperar ninguém.

Para alguns ousados, Tempo é dinheiro, ou melhor “Time is Money”.

Paro no Tempo e lembro dos meus tempos de criança, em que se perdia pelas tardes ouvindo o barulho das 17h da buzina da usina de açúcar, o cheirinho do bagaço da cana, as brincadeiras divertidas como pião, “baleba”, as minhas pipas colorindo o céu, o enfeitar das bandeirinhas para o São João.

Ahh que saudade da minha infância querida que os anos não trazem mais, sábio Casimiro de Abreu.

Volto à minha realidade no imaginário da literatura. Só ela me permite ir muito além de onde estou, no ato voluntário do “vai e vem” percorrendo por esse espaço tão fabuloso que é o Tempo. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade, que vai muito longe: é a crônica, cronos, tempo!

Então, nada apropriado para se expressar do que uma crônica para falar do Tempo.

Ahh queridos, como esse tempo voa… Ele é uma furação em velocidades diversas, ele passa muito depressa pelas curvas da vida, de acordo com a idade do indivíduo: às vezes, anda devagar; às vezes, depressa; outras vezes, corre e até voa, especialmente depois que o indivíduo alcança a maioridade, que alguns dizem ser a melhor.

É o seguimento da ordem natural das coisas, ainda que frustrante por acompanhar o processo biologicamente evolucionista de um bebê ao nascer, ao idoso em seu estágio bem avançado.

Tanto assim que, aos meus vinte e poucos anos como diz Fábio Jr, já percorri longa estrada, realizando minhas façanhas, experimentado uma infinidade de coisas, vivendo um estágio de eternidade como se o mundo fosse acabar hoje, e como muito apego à vida. Dizem alguns que é coisa de “mocidade/juventude”.

Agora, tento lembrar-me do que andei, fiz, experimentei, vivi nestes vinte e poucos anos.

Parece-me que a década de noventa foi ontem quando surgia neste mundo, e eu – disse “parece-me”.

Oh, tempo Rei, quanto mais penso em ti, mais tu andas depressa correndo de mim, quando tento de agarrar, tu te escapas de mim como o ar.

Sigo firme na trilha incerta dos meus passos, mergulhado no destino imenso dos meus sonhos, na certeza de que a vida é tão breve e o Tempo não espera ninguém.

Viva! Aproveite, pois o tempo não volta, o que volta é a vontade de voltar o tempo. O Tempo Não Para – VIVA Cazuza.

 

Rafael Gama, entusiasta do Carnaval.

12 de abril de 2024 0 comentários

TERCEIRA COLUNA DO RAFAEL GAMA

por Marcelo Sampaio 5 de abril de 2024

“O CANTO DA SEREIA”

 

Chegando quase à segunda década do século XXI, a cobiçada planície goitacá ainda permanece muito viva nas intenções dos políticos da região, seja pelo seu atrativo contingente populacional – reduto eleitoral, ou pela inusitada riqueza petrolífera de nossa terra já descoberta há tempo pelo importante geólogo, Alberto Lamego Filho, em seu livro “O homem e a restinga”, e a “A Bacia de Campos na Geologia Litorânea do Petróleo”.

É sabido que nossa região é caracterizada por praias, lagoas, córregos, dentre elas o conhecido litoral do Farol de São Thomé muito visitado por campistas, veranistas, e políticos locais, cujos moradores já anunciam o aparecimento de um corpo, de cabelos longos e a delicadeza de uma mulher transfigurando-se em metade peixe, entoando o conhecido “Canto da Sereia”, atraindo muitos eleitores que ali presenciam essa cena, dando suas primeiras aparições neste território, jamais visitado anteriormente, já que é conhecida pela mitologia e ditos populares por sua atração em outros tipos de mares.

Se é lenda ou expressão popular “História para Boi Dormir” o fato é que fora vista nas águas petrolíferas da praia campista. Por ora, é desconhecido pela literatura local o aparecimento em algum momento da história, desse ser mitológico, sendo talvez coisas da imaginação ou cheiro de política no ar.

Pelo que se vê e ouve, não só “Sereia” nada pelo mar do Farol, mas também, ultimamente o aparecimento de “Botos” nas lagoas de água parada, que faz relembrar o filme “Ele, o boto”, exibido em 1987, tempo que nem imagina nascer. Afinal das contas, o que é que tem nas águas de Campos que atraem no ano eleitoral tantas lendas? São seres aventureiros que nadam para “brincar de ser político” aumentando cada vez mais o ânimo entre oposição e base governista.

Não bastasse, o palácio Tiradentes no Rio de Janeiro, sede da Assembleia Legislativa, tem se tornado um verdadeiro aquário de “peixes fora d’água”, com muitos visitantes de Campos que são recebidos pelos cardumes que ali habitam, para os “trambiques” e toda sincronia entre eles, com recentes escândalos de peixes que pulam fora d’água.

Pois bem, ser político hoje tornou-se uma profissão de fácil entrada, tão quanto nadar em mares e lagoas, gerando descrédito por parte de instituições públicas, partidos políticos e lideranças tradicionais, conduzido à expressões de descontentamento dos cidadãos com a política. Em Campos é possível observar que o atual governo – é muito atrativo, pela marca Record de trabalhos desenvolvidos, obras concluídas, programas sociais voltados a todo público, mostrando um município de “casa arrumada”, jamais visto nos últimos 04 (quatro) anos, que certamente, gera uma série de desconfortos aos inúmeros pretendentes que se laçam a “brincar de ser político”.

Nesse sentindo, compreendendo e muito as belezas da democracia como um processo que envolve a possibilidade de participação dos cidadãos nas decisões, bem como a manutenção das democracias ocorre por meio da participação ativa de seus cidadãos na esfera pública, com elevado conhecimento e por um sentido de responsabilidade cívica, ingredientes indispensáveis à democracia, que tem passado da validade nos últimos anos.

Da mistura de ambos, extrai-se a liberdade de expressão e suprime-se a violência. Em uma cidade dividida ideologicamente como Campos, inverteu-se a lógica. Ignorou-se o princípio do respeito e da civilidade, para privilegiar a violência institucional. O diálogo perdeu espaço para a agressividade, como se assim fosse possível construir consensos, com típicos desentendimentos grotescos entre vereadores em ato de total desrespeito ao chefe do executivo, que se mostram incompatíveis com o chamado “decoro parlamentar”, sem freios pela comissão de ética.

Os conflitos entre os vereadores buscando o enfraquecimento do governo, com cenas deprimentes, revelam-se exemplos inadmissíveis. Prestam-se apenas para incitar camadas da sociedade a reproduzir mais violência, como o episódio de 8 de janeiro. A história, não muito recente, mostrou que esse caminho foi um dos mais tortuosos para o país, com reflexos em nossa cidade.

Enfim, política se faz com respeito, diálogo, cooperação e CIVILIDADE, sem guerra, sem luta, cujo atual chefe do executivo tem ótima formação acadêmica para lecionar aos alunos que surgem como “Sereia” e “Botos” por aí brincando de ser político, refletindo muito o provérbio árabe: “os cães ladram e a caravana passa”, mostrando que se deve ignorar as provocações que possam impedir o progresso e esquecer críticas que não sejam construtivas.

Deixa o prefeito trabalhar e um beijo no coração.

 

 

Rafael Gama, entusiasta do Carnaval.

5 de abril de 2024 0 comentários

SEGUNDA COLUNA DO RAFAEL GAMA

por Marcelo Sampaio 29 de março de 2024

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”

 

Celebramos com toda igreja e mundo cristão, a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém no dia que conhecemos como o Domingo de Ramos, o domingo antes da crucificação, em que o povo com folhas de oliveiras nas mãos, aclamava o “Rei dos Judeus”, exclamava “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”, iniciando a peregrinação que o condenou à morte.

A figura deste homem crucificado cultuada nas artes por cristãos no mundo, retrata a figura de Cristo como um homem branco, barbudo, de longos cabelos castanhos claros e olhos azuis, que surgiu como pregador no deserto da prática do bem, do amor, e possuía a ideia de libertação social, sendo uma das causas que o levaria a ser julgado pelo povo entre o ano 30 d.C. e 33 d.C, por receio dos sacerdotes da lei perderem o seu status de poder sobre aquela pequena cidade.

Pelo que se sabe dos manuais, Cristo foi julgado sob a legislação do povo judeu regida por 3 sistemas legais: O Talmude (ensinamentos passados oralmente de pai para filho); a Torá (ou Pentateuco, primeiro cinco livros da Bíblia); e as Misnahs (súmulas editadas pelo Sinédrio, a Suprema Corte do povo judeu). Na dialética dos dias atuais, e ótica do direito brasileiro, é possível compreender que o Messias se sentou no banco dos réus sendo julgado pelo Direito Penal do autor, e não do fato supostamente praticado.

Afinal, qual o crime teoricamente praticado? Heresia? Blasfêmia? A resposta é NÃO. Jesus não é julgado por ser um criminoso ou por ser um herege, mas sim por ser uma pessoa humilde, do povo, que teria vindo para libertar o mundo com a pregação do amor e a misericórdia entre as pessoas, condenado pelo próprio povo de Deus que ali se encontrava.

Desperta certa atenção na data de hoje e muito entrelaçada ao dia a dia, a célere passagem já muito conhecida que na Páscoa dos judeus, Pilatos costumava soltar um dos presos, a pedido do povo.  Naquela ocasião em que Jesus foi apresentado como prisioneiro, havia ali um homem muito conhecido, chamado Barrabás.  Então, quando a multidão se reuniu, Pilatos perguntou: “Quem é que vocês querem que eu solte: Barrabás ou este Jesus, que é chamado de Messias?” e o POVO DE DEUS em alto e bom tom disseram: “Barrabás!”. O que faço com este homem? Crucifica-o”.

Tal passagem bíblica nos remete a reflexão, e muito viva nos dias de hoje, sobretudo nesta Sexta-Feira Santa- que recordamos ao mistério da crucificação de Cristo, em que somos obrigados a conviver com os falsos cristãos, fariseus hipócritas, povo de Deus. Há cristãos verdadeiros e os que se dizem cristãos, com bíblica embaixo do braço, surtos e gritos pelas ruas da cidade buscando conversão de almas, pregadores que destroem lares, além da quantidade incessante de igrejas que se abre pela cidade, começando nas garagens de casa, aos altos templos para arrecadação.

É preciso um olhar atento aos bons samaritanos que prega usando o nome de Cristo, Igreja, na crendice de que já estão com suas almas salvas para Deus e os adeptos de sua religião. Infelizmente, o mundo está cheio desses religiosos radicais e exclusivistas. Portanto, não é por crermos ou deixarmos de crer em alguma doutrina que seremos julgados. O que se vê nesses fanáticos religiosos, que acham que só as suas crenças salvam, é mesmo a ausência total de amor e desconhecimento, de tão irracionais, chegam a serem ridículos, o que me paira dúvidas se esse povo tido como bons cristãos ou terrivelmente evangélicos, como muito fervor em prol dos interesses pessoais, não gritariam em público – para multidão HOJE “crucifica este homem”.

Há muito “povo de Deus” disfarçado dentro das igrejas, nos locais de trabalho, dentro do próprio lar, que se considera cristão só pelo rótulo de certas crenças ou determinada religião, contrários ao edifício doutrinário de CRISTO que é o amor, a prática da caridade, fraternidade, destoando a vivência do seu Evangelho, sendo na verdade um verdadeiro falso cristão.

No entanto, enriquecidos nesta longa preparação quaresmal em que refletimos atos, atitudes, o verdadeiro significado do amor e da generosidade, a nossa própria existência, deve-se prevalecer os bons sentimentos para prática do amor e do bem, na certeza de que a salvação independe de templo religiosos, pregações avulsas, sendo bons promotores da vida, desde a concepção até a morte natural, mostrando verdadeiros cristãos preocupados com a eliminação ou diminuição da miséria, da fome, da violência, do preconceito, da intolerância e da corrupção.

Boa Páscoa a todos!

 

Rafael Gama, entusiasta do Carnaval.

29 de março de 2024 2 comentários

PRIMEIRA COLUNA DO RAFAEL GAMA

por Marcelo Sampaio 22 de março de 2024

“Ó, abre-alas, eu quero passar” …

 

Após longínquo verão de muito sol e calor, abre-se os portões da passarela do samba em Campos dos Goytacazes/RJ -apoteose, com o estender dos tapetes vermelhos, dando boas vindas em prosa e versos à corte magnifica do Carnaval.

Na terra dos índios Goytacá em que o Carnaval se mantém tradição, já se ouve e comenta a respeito das festividades para os próximos meses, com o esperar de muito brilho, samba, alegria, e aulas de história quando cada bloco e agremiações passam pela passarela do samba.

Carnaval, carnival, carnevale, karnafal, em seus mais diversos idiomas, traduz o momento que todos se depreendem da censura, dos códigos ou padrões que o impeça de simplesmente ser o que se é. Abre-alas para o palhaço, um pierrô, um pirata, uma bruxa, ser aquilo que a imaginação sugere, sem medo de ser feliz. Viva a “democracia das cores”, em que todos se mantém no patamar de igualdade, com o alvoroçar de muitas serpentinas, brilhos, samba, bebidas e sentimentalismo dos carnavais de antigamente nos quais se produziam arte e cultura.

E quando muitas das vezes ouço e vejo com entusiasmo falas dos tempos áureos dos carnavais de Campos nas lições de Nelcimar Pires, Chico de Aguiar e Marcelo Sampaio, por exemplo, período este que nem sonhava em nascer, faz-me lembrar que tal festividade cultuada mundialmente é originariamente pagã, instituída no calendário como uma festa cristã.

Em Campos, não sei até que ponto é vista pelos progressivas e ala radical do catolicismo tradicionalista, tal festividade intitulada “Carnaval fora de época”, cuja moda se prolonga desde os idos de 2009, quebrando por total o protocolo religioso da chamada despedida da carne, já que a partir da quarta-feira de cinzas deve-se, segundo os preceitos religiosos, fazer jejum e penitências, período chamado de Quaresma e que antecede a Páscoa.

O fato é que após muitas insistências dos tidos “fazedores de cultura”, está aí o início das festividades, abrindo alas para todos passarem em ritmo e harmonia, sem distinção de peles, gêneros, raças, etnias, olhares, orientações, pulando e brincando como se o mundo fosse acabar, formando o verdadeiro “balacobaco” do Carnaval que transcende nossa rotina diária.

Afinal, já estamos em clima de samba, é melhor seguir as lições de Dona Ivone Lara, “pisando neste chão devagarinho” em clima de paz, felicidade, alegria, união, samba no pé, com a mesma paixão e fervor do Carnaval. É um recarregar das baterias para nos deixar abastecidos para os próximos meses.

 

Rafael Gama, entusiasta do Carnaval.

22 de março de 2024 4 comentários

RAFAEL GAMA PRESTES A ESTREAR

por Marcelo Sampaio 17 de março de 2024

Enquanto a estação do verão irá embora na próxima quarta-feira, vai estrear como colunista no nosso site o advogado e entusiasta do Carnaval Rafael Gama.

Possuidor de muitos contatos com certeza tem tudo para escrever colunas não só informativas, mas também recheadas de análises sobre diversos assuntos.

Sua estreia será na sexta-feira que vem, dia 22 de março, já no outono conhecido como estação das frutas o que tem absolutamente tudo a ver com as colheitas que seus textos darão!

17 de março de 2024 0 comentários

UM ENREDO SENSACIONAL

por Marcelo Sampaio 1 de março de 2024

A Beija-Flor foi a primeira escola de samba do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro a divulgar oficialmente o enredo para o seu desfile em 2025.

Numa sacada maravilhosa a azul-e-branco nilopolitana decidiu fazer uma homenagem ao genial Laíla, que foi um dos principais responsáveis pela conquista de treze títulos dela.

Ele faleceu vítima de Covid e na foto acima está com o Marcelo Sampaio no dia que deu depoimento sobre a sua rica história carnavalesca para o Museu da Imagem e do Som!

1 de março de 2024 0 comentários

APURAÇÃO DA SÉRIE OURO 2024

por Marcelo Sampaio 14 de fevereiro de 2024

Daqui a pouco, às 20 horas, vai começar a apuração das notas das escolas de samba da Série Ouro do Carnaval do Rio de Janeiro deste ano.

Ao todo desfilaram dezesseis agremiações, o que dificultou um pouco a avaliação do nosso site porque como era muito material para publicarmos algo pode ter passado sem ser percebido.

Mas como não nos omitimos assim mesmo apontamos como favoritas ao título de campeã, o que garante a volta ao Grupo Especial em 2025, União da Ilha do Governador, Unidos de Padre Miguel e Império Serrano; correndo por fora a União de Maricá!

14 de fevereiro de 2024 0 comentários

APURAÇÃO DO GRUPO ESPECIAL 2024

por Marcelo Sampaio 14 de fevereiro de 2024

Daqui a pouco, às 16 horas, começará a apuração das notas das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro deste ano.

Segundo a cobertura do nosso site apontamos como favoritas Imperatriz Leopoldinense, Unidos do Viradouro e Portela; apesar de considerarmos o grande desfile o realizado pela Mocidade Independente de Padre Miguel.

Já para ser rebaixada achamos que será a Unidos do Porto da Pedra, mais por problemas na avenida do que pela criação áudio visual. Porém adiantamos que tirar a apuração da Avenida Marques de Sapucaí e levá-la para a Cidade do Samba foi uma atitude excludente, logo no desfile dos quarenta anos do Sambódromo carioca!

14 de fevereiro de 2024 0 comentários

DESFILES CARNAVALESCOS DE GUARATINGUETÁ

por Marcelo Sampaio 13 de fevereiro de 2024

A Prefeitura Municipal de Guaratinguetá este ano vai transmitir oficialmente os desfiles das escolas de samba da sua cidade, que realizam o maior Carnaval do Vale do Paraíba do Sul em São Paulo.

Com início previsto para às 21 horas desta terça-feira estarão na avenida Unidos da Tamandaré, Bonecos Cobiçados, Mocidade Alegre do Pedregulho, Acadêmicos do Campo do Galvão, Beira-Rio da Nova Guará e Embaixada do Morro.

Quem quiser assisti-los ao vivo e com imagens é só acessar os endereços www.facebook.com/prefeituraguaratingueta ou www.youtube.com/@PrefeituraGuaratingueta!

13 de fevereiro de 2024 0 comentários

UNIDOS DO VIRADOURO

por Marcelo Sampaio 13 de fevereiro de 2024

A Unidos do Viradouro mostrou na Avenida Marquês de Sapucaí o enredo “Arroboboi, Dangbé!” do carnavalesco Tarcísio Zanon com o qual homenageou a guerreira africana Ludovina Pessoa, que foi fundamental para a chegada do Candomblé à Bahia.

Fez um desfile arrebatador com uma comissão de frente na qual uma cobra alegórica se movimentava simbolizando o culto devotado a ela na sabedoria sagrada da África.

Também merecem registros para lá de elogiosos a cadência da bateria comandada pelo mestre Ciça e a excelente estreia do extraordinário intérprete Wander Pires à frente do carro de som da vermelho-e-branco niteroiense!

13 de fevereiro de 2024 0 comentários
Carregar mais postagens

Colunistas









Parceiros








@2004-2026 Carnaval de Campos - Todos os direitos reservados. Design: Envato. Webdesign: Luciano Silva. Politica de Privacidade e Cookies


Voltar ao topo

Estamos usando cookies para oferecer a melhor experiência em nosso site.

Você pode descobrir mais sobre quais cookies estamos usando ou desativá-los em .

Carnaval de Campos
  • INÍCIO
  • QUEM SOMOS
  • EDITORIAL
  • COLUNISTAS
    • ELIANE GENTILE
    • FEÚ LOBATO
    • HEVERTTON LUNA
    • JORGINHO IBRAHIM
    • LUCIANO CHAMBINHO
    • MATHEUS BERRIEL
    • NELCIMAR PIRES
    • RAFAEL GAMA
  • NOTÍCIAS
  • AGREMIAÇÕES
    • CAMPOS
      • BOIS DE SAMBA
      • BLOCOS DE SAMBA
      • ESCOLAS DE SAMBA
    • RIO DE JANEIRO
      • ACADÊMICOS DO GRANDE RIO
      • ACADÊMICOS DO SALGUEIRO
      • BEIJA-FLOR
      • ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA
      • ESTÁCIO DE SÁ
      • MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL
      • PARAÍSO DO TUIUTI
      • PORTELA
      • SÃO CLEMENTE
      • UNIÃO DA ILHA DO GOVERNADOR
      • UNIDOS DA TIJUCA
      • UNIDOS DE VILA ISABEL
      • UNIDOS DO VIRADOURO
  • ENTREVISTAS
  • PREMIAÇÕES
  • ACAC
  • CONTATO
Carnaval de Campos
Powered by  GDPR Cookie Compliance
Política de Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Cookies Estritamente Necessários

O Cookie Estritamente Necessário deve estar sempre ativado para que possamos salvar suas preferências para configurações de cookies.

Cookies de Terceiros

Este site usa o Google Analytics para coletar informações anônimas, como o número de visitantes do site e as páginas mais populares.
Manter esse cookie ativado nos ajuda a melhorar nosso site.

Cookies Adicionais

Este site usa os seguintes cookies adicionais:
Google, Cloudflare, Inc., Facebook, Hostinger, WordPress

Política de Cookies

Mais informações sobre a nossa Política de Privacidade e Cookies